Esta síndrome afeta até 90% dos utilizadores de tecnologia digital e engloba um conjunto de problemas relacionados com a visão, que acabam por ser muitas vezes ignorados ou negligenciados, e que, ao persistirem, poderão ter consequências, por exemplo, no desempenho profissional. No entanto, nos principais grupos de risco englobam-se as crianças, os idosos, os utilizadores de lentes de contacto e as mulheres que já passaram pela menopausa. Contudo, as pessoas que passam diariamente, duas ou mais horas continuas a utilizar dispositivos com ecrã digitais, apresentam também um risco mais elevado de desenvolver a Síndrome de Visão a Coomputador.
Os sintomas mais comuns desta síndrome passam por, visão turva ou desfocada, irritação ou vermelhidão do olho, vista cansada, lacrimejo, olho seco e dores de cabeça, pescoço ou ombros.
As principais causas desta síndrome resultam, por exemplo, da má iluminação do ambiente em que o utilizador se encontra enquanto utiliza os ecrãs digitais; da distância de visualização errada para o ecrã; do maior esforço visual que exige o contraste da imagem, as letras pequenas, as imagens pixelizadas, o brilho do monitor e os reflexos causados no mesmo, entre outros fatores.





